Uma das principais transformações em curso é o uso crescente de tecnologias como drones, softwares especializados e georreferenciamento. Os drones, por exemplo, já deixaram de ser novidade e passaram a ser ferramentas quase indispensáveis em vistorias de grandes áreas, especialmente em terrenos urbanos ou rurais. Eles permitem capturas em alta resolução e visões aéreas estratégicas que ajudam na análise do entorno, acessos e topografia — além de contribuírem para a segurança do profissional em locais de difícil acesso.
O georreferenciamento e os softwares de avaliação também se tornaram aliados indispensáveis. Ferramentas modernas permitem gerar mapas precisos, cruzar informações com bases públicas, fazer análises comparativas e aplicar metodologias normatizadas com muito mais agilidade. Isso proporciona maior confiabilidade aos laudos e relatórios técnicos, tornando o processo mais transparente para o contratante e para instituições como bancos e órgãos públicos.
Falando em instituições financeiras, uma tendência forte para 2025 é a automação dos processos de avaliação em grandes bancos. Muitas instituições estão modernizando suas plataformas e exigindo que os avaliadores estejam devidamente credenciados, sigam formulários eletrônicos padronizados e cumpram prazos curtos com precisão técnica. O uso de sistemas de validação automática está tornando o processo mais rígido — e, ao mesmo tempo, mais eficiente.
Nesse contexto, a capacitação contínua deixa de ser apenas um diferencial e se torna uma exigência de mercado. O avaliador que deseja crescer na carreira precisa dominar as normas da ABNT, como a NBR 14653, conhecer critérios de avaliação de imóveis urbanos e rurais, ter familiaridade com a legislação vigente e, cada vez mais, estar conectado às inovações tecnológicas. Cursos de atualização, participação em eventos, leitura constante e experiências práticas são ferramentas fundamentais para se manter competitivo.
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Aprofundando as tendências: três pilares da avaliação moderna
1. O avanço tecnológico na coleta e tratamento de dados
A adoção de tecnologias como drones, scanners a laser e georreferenciamento vem revolucionando a forma como os dados de campo são coletados e analisados. Em vez de medições manuais demoradas e sujeitas a erros, hoje é possível capturar imagens e dimensões precisas de terrenos e edificações em minutos. Além disso, softwares especializados permitem integrar essas informações com bases públicas (como registros de imóveis, mapas urbanos e dados de mercado), gerando laudos mais completos, técnicos e confiáveis. A digitalização também permite revisitar dados a qualquer momento e manter um histórico de avaliações, o que é essencial para grandes empresas e instituições financeiras.
2. A automação no processo de credenciamento e envio de laudos
Instituições financeiras e plataformas de crédito estão investindo fortemente na automação de seus processos internos. Isso significa que o profissional da avaliação precisa se adaptar a plataformas digitais, cumprir requisitos técnicos com precisão e atender prazos cada vez mais curtos. Muitos bancos já exigem o preenchimento de formulários eletrônicos com dados padronizados, a vinculação de imagens georreferenciadas e a compatibilidade dos laudos com sistemas de validação automática. Esse novo formato exige domínio técnico, mas também organização e agilidade no atendimento. A automação não substitui o olhar técnico, mas exige mais clareza, objetividade e conformidade nos documentos emitidos.
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3. O novo perfil do avaliador: técnico, digital e em constante atualização
Com todas essas mudanças, o perfil do profissional que atua na engenharia de avaliações também está se transformando. Hoje, não basta conhecer os fundamentos da norma NBR 14653 ou dominar os métodos comparativo e evolutivo. É necessário estar familiarizado com ferramentas digitais, saber interpretar dados geoespaciais e, principalmente, manter-se atualizado com as mudanças do mercado e das exigências institucionais. A capacitação contínua passa a ser obrigatória — seja por meio de cursos, eventos, certificações ou experiências práticas. O cliente, seja ele pessoa física ou jurídica, busca por profissionais que unam conhecimento técnico com uma entrega moderna e ágil. O avaliador de 2025 é, portanto, um especialista multidisciplinar, que entende de engenharia, mercado, tecnologia e comunicação técnica.
Na Cherpinski Engenharia, acompanhamos de perto essas tendências. Estamos preparados para oferecer laudos com precisão técnica, uso de ferramentas modernas e um olhar atualizado sobre o mercado. Atuamos com responsabilidade, seriedade e compromisso com a evolução profissional — porque para nós, avaliar é muito mais do que atribuir valor: é entregar segurança e confiança a quem nos procura.











